MANIFESTO
O Cívico XXI nasce da convicção de que Portugal precisa de uma reforma estrutural profunda, sustentada e responsável.
Ao longo das últimas décadas, o país acumulou fragilidades que não resultam de um governo ou de um ciclo político específico, mas de um modelo que se tornou pesado, pouco transparente e progressivamente distante dos cidadãos.
Portugal enfrenta desafios estruturais:
Um sistema político pouco responsabilizado
Uma justiça lenta
Um Serviço Nacional de Saúde sob pressão
Uma economia excessivamente dependente do setor dos serviços
Um sistema fiscal complexo e disperso
Uma natalidade em queda
Uma estratégia insuficiente de soberania económica e defesa nacional
O Cívico XXI não nasce para dividir.
Nasce para reformar.
Acreditamos que o país não precisa de ruturas emocionais nem de discursos extremados. Precisa de competência, clareza e reformas estruturais com horizonte de médio e longo prazo.
Defendemos um Estado eficiente, transparente e avaliável.
Defendemos um sistema político mais próximo dos cidadãos e mais responsabilizado pelas suas decisões.
Defendemos uma justiça célere e acessível.
Defendemos um Serviço Nacional de Saúde sustentável, profissionalizado e centrado no cidadão.
Defendemos uma economia produtiva, com reforço da capacidade industrial, valorização do mar e redução da dependência excessiva de serviços de baixo valor acrescentado.
Defendemos uma reforma fiscal que simplifique, agregue e reduza a carga dispersa sobre famílias e empresas.
Defendemos políticas que promovam a natalidade e permitam às famílias — independentemente da sua composição — terem tempo real para educar, acompanhar e transmitir valores às novas gerações.
Defendemos a valorização das Forças Armadas e uma estratégia clara de defesa e soberania nacional.
O Cívico XXI posiciona-se como um movimento moderado, reformista e técnico.
Não procuramos a política do ruído.
Procuramos a política da solução.
Propomos um caminho estruturado, com metas claras, avaliação pública e compromisso com a transparência.
O futuro de Portugal não depende de promessas momentâneas.
Depende da coragem de reformar o que deixou de funcionar.
O Cívico XXI assume esse compromisso.